quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Lipo: respostas para as 20 principais dúvidas


As técnicas evoluíram tanto que “dar uma lipadinha” virou sinônimo de solução rápida e simples para se livrar de alguns quilos extras. Não é bem assim. A cirurgia requer cuidados e oferece, sim, riscos – como qualquer outra


1. Preciso emagrecer, mas não consigo. A lipo é a solução? Lipoaspiração não é um método de emagrecimento, e sim de eliminação de gordura localizada, geralmente entre 3 e 5 quilos. E o procedimento é complementar: no pré e no pósoperatório, você precisa manter a alimentação equilibrada e uma rotina de exercícios. 

2. É verdade que as células têm memória e tratam de repor a gordura perdida? Não. A célula, por si só, não é capaz de produzir mais gordura ou se multiplicar. Nós só criamos células de gordura até os 18 anos, aproximadamente, a não ser na obesidade mórbida e em casos raros. “Depois disso, quando a pessoa engorda ou emagrece, não é porque a quantidade 
dessas células aumentou ou diminuiu, mas porque inflaram ou esvaziaram”, diz Alexandre Senra, cirurgião plástico do Hospital Israelita Albert Einstein. Portanto, os vilões são os maus hábitos, o stress e a má qualidade do sono. 

3. Então, por que quanto mais acima do peso a mulher está, mais difícil é manter o resultado? Imagine que o tecido adiposo são bolinhas de isopor. Quando você engorda, é como se as bolinhas aumentassem de tamanho. “O objetivo da técnica é remover o maior número possível delas, mas se a paciente faz lipo quando a bolinha está bem grande, pode acontecer de a técnica sugar o conteúdo, e não a célula inteira”, explica Romeu Fadul Júnior, cirurgião plástico do hospital Sírio-Libanês. Nesse caso, como permanece, a célula pode voltar a inchar se não houver cuidado. 

4. Se a gordura voltar, posso fazer de novo? Se o que leva a paciente a encarar o bisturi várias vezes é o descuido com a alimentação e os exercícios, não é recomendado. Porque a causa não se resolve – e a cirurgia, por ser invasiva e oferecer riscos como qualquer outra, não é recomendada para esses casos. Mas existem situações que requerem volta. Por exemplo, quando a mulher estava acima do peso e ficaram células suficientes para acumular gordura. Mesmo porque existe um limite de gordura a ser tirado em cada uma, entre 5 % e 7% do peso corporal. 

5. Em quais partes do corpo dá para fazer lipo? Em todas as áreas com gordura localizada: culote, joelhos, papada, abdômen, flanco, dorso, face interna da coxa e, nos homens, região peitoral. 

6. Posso aproveitar a anestesia e emendar outras cirurgias plásticas de uma vez? É comum aproveitar a lipo para colocar próteses na mama, operar o nariz ou as pálpebras. Mas depende das suas condições de saúde e de quais procedimentos deseja realizar. Quanto mais forem feitos, maior quantidade de anestesia necessária e, portanto, maiores os riscos envolvidos. 

7. É possível fazer lipo depois do parto? Não é recomendado. Na gravidez, o corpo passa por muitas alterações, a musculatura está distendida e flácida e há retenção de líquido e aumento de volume do sangue. Na cirurgia, a paciente recebe mais líquido e o coração pode não dar conta de bombear esse volume Foi a possível causa da parada cardiorrespiratória enfrentada pela mulher do cantor americano Usher, Tameka Foster. Ela teria dito ao médico que seu bebê havia nascido há mais tempo, mas fazia só dois meses. Os médicos recomendam aguardar de seis a nove meses. 

8. Verdade que é uma cirurgia não invasiva e menos dolorosa? Não. “Invasivas, todas são em grau que depende da quantidade e da extensão de gordura a ser retirada”, avisa Fadul Júnior. Apesar de o corte ser pequeno, abaixo dele, a área a ser aspirada pode ser grande. “Depende da extensão da retirada de gordura. De maneira geral, uma abdominoplastia é mais invasiva do que uma lipoaspiração, que por sua vez costuma ser mais do que colocação de próteses nas mamas”, exemplifica Senra. Algumas pacientes dizem que a sensação é a de ter sido atropelada por um caminhão. Outras, que dá para administrar numa boa. De qualquer forma, os medicamentos pós-cirúrgicos, entre eles, analgésicos potentes, ajudam a aliviar o incômodo. 

9. Dá para prevenir choque anafilático? Não. Choque anafilático é uma reação alérgica que pode se manifestar até mesmo na cadeira do dentista. “É um erro achar que anestesia local é mais segura”, alerta Ana Paula Polato, cirurgiã plástica de São Paulo. “Porque vai depender da quantidade aplicada. Se, por exemplo, a região a ser tratada é extensa e o profissional simplesmente aumenta a quantidade do anestésico, o risco é maior do que se usasse a geral, que demandaria uma quantidade menor.” Segundo Ana Paula, cada caso – e não cada técnica – exige um tipo de anestesia, avaliado pela equipe médica de acordo com o volume de gordura retirado e as condições da paciente.“Geralmente, as complicações acontecem por uma dessas três causas: quando a operação é realizada por não especialistas, é feita em local impróprio ou e se retira gordura além do limite”, esclarece. Se as três aparecem juntas, então, é problema na certa. 

10. Quem tem hipertensão, diabetes ou problemas cardíacos pode fazer? 
Depende do quadro geral de saúde. Primeiro, o médico pondera os riscos com uma avaliação clínica rigorosa. Se for liberada, será preciso controlar a doença antes de fazer a cirurgia. 

11. Quais são os cuidados pósoperatórios? Na primeira semana logo após a cirurgia, é preciso fazer drenagem linfática na região operada, para evitar fibrose (cicatrização irregular, que forma ondulações) e melhorar a distribuição da linfa (responsável pela eliminação de impurezas). “O ideal é começar com três sessões por semana e, depois de 15 a 20 dias, reduzir para duas. O período do tratamento vai de três a seis meses”, detalha a fisioterapeuta dermatofuncional Bárbara Teixeira. No começo, a pele está bem sensível por causa dos edemas – então a dor tende a ser maior. E é preciso usar malhas elásticas de compressão contínua, que costumam esquentar bastante. No inverno, portanto, elas incomodam menos. 

12. Tem limite de idade para operar? 
Não. O ideal é fazer apenas a partir de 18 anos e o limite é a condição física. “Tive uma paciente que passou por lipo e colocação de prótese de mama com 80 anos”, conta Senra. 

13. O que eu posso fazer antes da cirurgia para melhorar o resultado? Dieta, fortalecimento muscular da área a ser operada, drenagem linfática pré-operatória e uso de polivitamínicos, principalmente vitamina C e D, que auxiliam na cicatrização. O objetivo é manter-se dentro de um Índice de Massa Corporal entre 22 e 27,5, que equivale ao peso normal ou um 
pouco acima do ideal. Para calculá-lo, acesse www.boaforma.com.br 

14. Dá para saber quem fez lipo? Quando o médico utiliza uma cânula mais grossa e deixa de fazer o refinamento com uma mais fina, podem restar ondulações. O resultado é diferente do natural. E se foi retirada mais gordura do que o ideal, o aspecto pode lembrar o de barriga masculina, mais seca e definida. Para evitar esse segundo problema, o cirurgião deixa uma camada pequena de gordura. “A lipo nota 10 é aquela que não deixa ninguém perceber que ela foi feita”, completa Senra. 

15. Existem métodos mais seguros do que outros? Não. Para todos os casos, os maiores riscos são a anestesia, o despreparo dos profissionais e a falta de estrutura do lugar onde a cirurgia é feita. 

16. Lipo light pode ser feita em consultório? 
“Na minha opinião não existe lipo light. Todas as técnicas são invasivas e se baseiam na sucção de gordura. Se o procedimento é diferente desse, não é lipoaspiração – e a eficácia dele é questionada pela classe médica”, avalia Ana Paula. Se houver incisão e anestesia, independentemente do volume e da área a ser tratada, é necessário todo o suporte hospitalar”, diz Fadul Júnior. 

17. Ela acaba com a celulite? 
Não, mas pode melhorar o aspecto porque retira gordura e líquido. Depois ela deve ser tratada com drenagem linfática, prática regular de exercícios físicos e reeducação alimentar. 

18. Quais os exames pré-operatórios? 
Os básicos são sangue, urina, avaliação cardiológica, raio X do tórax e eletrocardiograma, mas podem variar de acordo com o histórico da paciente. 

19. Algum problema em fazer consórcio de cirurgia plástica? 
“Foi estabelecido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia plástica que essas empresas intermediadoras não favorecem a boa relação entre o médico e o paciente”, afirma Fadul Júnior. “Porque a paciente chega à empresa pelo preço e não pela qualidade do médico e confiabilidade dos serviços que ele presta”, diz, Claro, existem médicos sérios e competentes trabalhando nesse sistema, mas fica mais difícil se prevenir contra os que não são. 

20. Como escolher um bom cirurgião? 
Entre no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e veja se o médico é credenciado. Cheque quantos anos ele tem de experiência. Na consulta, peça referência de outras pacientes, informe-se sobre o local onde ele opera – dê preferência a ambientes hospitalares – e quem é a equipe dele.

Fonte: Boa Forma

sábado, 1 de dezembro de 2012

Combata a Celulite e Gordurinha indesejada!!!

Agora é hora de se preparar para o verão e colocar aquele biquini sem se preocupar com os furinhos da celulite ou aquela gordurinha localizada!!!

Radiofrequência
Aproveite os aparelhos que vão combater todos esses "defeitinhos" e te deixar tranquila para curtir o Sol!!!

Manthus


Argila Verde

Aplicada como máscara facial no tratamento de beleza. Além de sua ação tensora, realiza um “peeling” natural removendo o excesso de oleosidade da pele.



Seu poder de absorção e sua ação tensora e esfoliante (oba!) remove as células mortas e o excesso de oleosidade tornando a pele com aspecto jovem. No couro cabeludo atua como anti-resíduos e proporciona cabelos fortalecidos e saudáveis. Vamos fazer uma?


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Limpeza de pele varre cravos, espinhas e impurezas

Cravos, espinhas e os famosos miliuns (bolinhas de sebo sob a pele) fazem você estremecer em frente ao espelho? Eles são resultados de impurezas produzidas pelas glândulas sebáceas e que a derme não conseguiu expelir. Para conseguir se livrar deles, só com uma boa faxina no rosto, recuperando o brilho e a viscosidade.

Mas nem todo mundo precisa se submeter a essa varredura completa. "Muitos tipos de pele conseguem se limpar naturalmente. A exceção normalmente fica por conta da pele oleosa que, em geral, não se satisfaz apenas com tônicos e sabonetes", explica Mônica Fiszbaum, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A freqüência da operação limpeza também depende dos tipos de pele.

Quem tem espinhas, precisa do tratamento uma vez por mês. Se sua pele é muito oleosa, a visita pode ser trimestral desde que os cuidados domésticos façam parte do seu dia-a-dia. Peles normais pedem limpezas com o mesmo intervalo ou até com um espaço maior. Para isso, basta manter em casa um kit com alguns produtos que ajudem a manter a aparência higienizada: um bom tônico, loção demaquilante (no caso das mulheres), creme ou gel de hidratação e, para os mais empenhados, alguma fórmula esfoliante.
 
Na clínica ou em casa, atenção
Em casa, a remoção das impurezas faciais exige cuidados redobrados. Uma apertadinha a mais pode até provocar cicatrizes no rosto. "Recomendo espremer apenas lesões superficiais, fáceis de se retirar" , aconselha Mônica.

O ideal é lavar o rosto embaixo de água bem quente, de preferência no chuveiro, para o vapor ajudar a abrir os poros. Depois, molhe um algodão com água aquecida e deixe repousar por um tempo sobre o cravo ou a espinha. Aperte com os dedos ao redor dos pontinhos fazendo pressão para baixo. Se estiver difícil para sair, não insista.

Já na esteticista, a limpeza de pele dura entre 50 e 60 minutos e pode ter até oito passos. Confira a seguir o que acontece em cada um deles.

1. Higienização
É a primeira fase da limpeza, feita com loções e demaquilantes para retirar impurezas superficiais ou maquiagem. São usados produtos na forma de musse, emulsão, creme ou gel.

2. Esfoliação
Realizada com cosméticos cheios de grânulos, remove as células mortas e afina a parte mais superficial da pele

3. Desincrustação
Alguns dermatologistas fazem uma máscara para amolecer a camada superficial da pele e favorecer a retirada de cravos, espinhas e miliuns.

4. Vapor
O rosto fica sob vapores de ozônio para abrir os poros. O gás também tem efeito bactericida e ajuda a preparar a região para as extrações.

5. Extração
É a caça ao inimigo. Pode ser feita manualmente ou com um aparelho de sucção, sem a necessidade de espremer com as mãos. Os cravos brancos e miliuns são retirados com uma microagulha esterilizada, por serem mais profundos.

6. Máscara calmante
Por 10 minutos, o rosto recebe uma máscara que irá recuperá-lo de tantas apertadinhas. Existem produtos específicos pada tipo de pele, hidratando ou controlando a oleosidade.

7. Aparelho Alta Frequência
O aparelho tem propriedades cicatrizante e antiinflamatória, deixando o rosto bem menos marcado e sem a vermelhidão característica de uma limpeza mais rigorosa.

8. Máscara final
Feita à base de cremes ou, nas peles oleosas, com gel. Há muitas variações, escolhidas de acordo com a necessidade da pele após o tratamento. Há a hidratante, a clareadora de manchas ou sardas, a calmante, a purificante e a que oxigena boa para peles sem vitalidade. "O paciente vai para casa com a máscara e deve permanecer com ela durante três horas. Depois disso, é só lavar o rosto com água" , explica a dermatologista.
Antes de entrar na faxina
A dermatologista Mônica Fiszbaum conta que algumas dúvidas já se tornaram cativas no consultório e continuam em pauta entre homens e mulheres que procuram orientação profissional antes de entregar o rosto para ser renovado. A seguir, ela responde todas elas para você.

Todo mundo deve fazer limpeza de pele?
Não. Pacientes com a pele cheia de espinhas amareladas devem evitar o procedimento. Nessa situação, a infecção pode se disseminar e o tratamento, em vez de ajudar, vai comprometer a saúde cutânea. Nessas situações, o melhor é fazer um tratamento com o dermatologista, esperar as espinhas sumirem e, aí sim, incluir a limpeza na rotina.
 
Grávidas podem fazer limpeza de pele?
A não ser que a futura mamãe já tenha o hábito incluído no cotidiano, melhor evitar. Mas explicação para isso tem fundo emocional: os médicos preferem proteger a paciente de qualquer tratamento que possa causar dores ou estresse.

Cravos: é possível prevenir!
Evitar os pontinhos pretos que insistem em marcar seu rosto é praticamente impossível, afinal não dá para frear a oleosidade natural da pele e, menos ainda, encapar o rosto e protegê-lo da poluição os dois fatores que desencadeiam o surgimentos dos cravos.

Mas não é por isso que você precisa passar o tempo todo com o rosto pintado. Alguns cuidados caseiros são suficientes para remover os pontos ainda que, a longo prazo, não substituam uma limpeza de pele.

Tônicos e produtos adstringentes oferecem ótimos resultados, assim como sabonetes de ação profunda. Só tome cuidado para não usar produtos inadequados para o seu tipo de pele. Eles podem ressecar demais o rosto, levando o organismo a produzir ainda mais sebo e, conseqüentemente, favorecendo o aparecimento dos cravos e até de espinhas. No caso das mulheres, dormir maquiada também é fatal: os cosméticos entopem os poros, e o rosto rapidamente enche-se de pontos pretos.
 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Depilação Definitiva



Para aqueles pelos que insistem em crescer onde não deviam e para se acabar com o eterno sofrimento da depilação com cera, hoje já podemos lançar mão da depilação definitiva.
Os modernos aparelhos de laser ou de luz pulsada podem reduzir permanentemente o número de pelos e são uma boa opção de tratamento.
Laser e luz pulsada



A luz pulsada não é um laser, mas também funciona utilizando a luz como energia de tratamento. O procedimento funciona melhor em pessoas de pele clara e pelo escuro, pois a luz é atraída pelo pigmento escuro, descarregando sua energia nas áreas pigmentadas e destruindo o folículo piloso.
Em pessoas de pele escura ou bronzeada, o uso da luz pulsada ou do laser pode resultar em manchas claras e em pessoas de pelos claros o resultado não será bom pois muitos pelos não serão atingidos.
Segurança com ponteiras resfriadas
O procedimento é simples, de fácil execução e seguro, se respeitadas as condições acima, principalmente nos aparelhos mais modernos, que utilizam ponteira resfriada para proteger a pele do calor provocado pela luz.
Entre os lasers, pode ser utilizado o laser de rubi, mas o laser de diodo é o mais utilizado devido à sua segurança para uso em pessoas morenas ou bronzeadas, sendo raras as ocorrências de manchas quando energias mais baixas são utilizadas.
Pele escura ou bronzeada = mais sessões e mais risco
Nas pessoas morenas ou bronzeadas, a energia usada terá que ser mais baixa e o tempo de exposição ao laser mais longo para se evitar o risco de queimaduras. Isso diminui a eficácia do método e exige maior número de sessões. O ideal é a pele não estar bronzeada para um melhor resultado.
Os três tipos de aparelho citados acima são aprovados pelo FDA (órgão de controle de medicamentos dos EUA) para a depilação definitiva, ou seja, redução permanente do número de pelos.
Os pelos que não são eliminados, geralmente crescem mais lentamente, são mais finos e mais claros. Vale a pena lembrar que é necessário mais de uma sessão de laser (4 a 6) para a obtenção de resultados satisfatórios.
Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista

Peeling de Diamante


O peeling de diamante é uma dermoabrasão que tem como função a renovação da pele, contribuindo na remoção de cicatrizes, manchas de pigmentação e rugas finas restaurando a estrutura da pele.



O peeling de diamante ou também chamado de peeling diamantado, é menos invasivo do que outros métodos de tratamento facial e causa menos danos em razão do tamanho dos cristais de diamante proporcionando, assim, um procedimento seguro e indolor eliminando a necessidade de anestesia.

A remoção mecânica da camada superior da pele morta contribui não só para a melhoria da circulação sanguínea na pele e conseqüente aumento da taxa metabólica nos tecidos da pele, mas também estimula o colágeno, elastina e ácido hialurônico, tornando a pele mais elástica, suave e fresca.

O procedimento do peeling diamantado não requer qualquer tipo de recuperação permitindo que os pacientes retornem imediatamente para seu trabalho diário e atividades sociais. Apenas é necessário ficar mais atento com o cuidado em lidar com a nova pele. Durante esse período faz-se necessário o uso de protetor solar, evitanto ficar próximo a objetos muito quentes ou ficar exposto à luz solar direta.

O peeling de diamante é uma técnica que pode ser associado ao uso de produtos cosméticos, realizando sua aplicação de acordo com o tratamento proposto, como por exemplo tratamentos de hidratação profunda, limpeza de pele, clareamento de manchas, redução de linhas de expressão e etc.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pele e Nutrição

Nutrição e envelhecimento da pele
Fatores genéticos e ambientais determinam a forma como vamos envelhecer. A produção de radicais livres é um evento natural no nosso organismo e o simples ato de respirar, por exemplo, determina essa produção.
O excesso de radicais livres, entretanto, está diretamente relacionado ao processo de envelhecimento, inclusive o da pele. Vários fatores ambientais contribuem para isso: poluição, estresse, exposição solar, excesso de atividades físicas e alimentação.
A alimentação ajuda no combate aos radicais livres
Dentre os fatores passíveis de serem modificados, a alimentação correta nos traz alguns benefícios, uma vez que, além de reduzir o consumo de alimentos que elevam a produção desses radicais, também fornece nutrientes capazes de neutralizar o efeito maléfico deste excesso.



Quanto mais natural for a sua alimentação, melhor. Alimentos industrializados são ricos em aditivos químicos, podem conter gorduras trans e gorduras saturadas e, muitas vezes, açúcar em excesso. Isso é um gatilho poderoso para a produção de radicais livres.
Alimentos com ação antioxidante é benéfica para a pele
Uma alimentação adequada trará benefícios para a sua pele e para todo o seu organismo. Estudos demonstram que alguns alimentos, ricos em substâncias antioxidantes, podem contribuir para a redução do risco de envelhecimento precoce, entre eles:
  • Chá-verde: rico em polifenóis e catequinas. Deve ser ingerido longe das refeições;
  • Tomate, melancia e goiaba: rico em licopenos, que auxiliam na prevenção de vários tipos de câncer;
  • Aveia: rica em beta-glucanas, que ajudam a controlar processos inflamatórios responsáveis pelo aumento do estresse oxidativo;
  • Açaí: rico em fitoquímicos que tem importante ação antioxidante;
  • Gergelim: diminui os danos causados pelos radicais livres;
  • Soja: possui isoflavonas que tem ação anti-inflamatória.
Para uma alimentação que colabore para prevenir a formação de radicais livres, estes alimentos devem ser incluídos diariamente na dieta, além de se evitar ao máximo produtos que contenham aditivos químicos.
Colaboração: Patrícia Barbosa Lima - Nutricionista Clínica